Sandra tinha uma verruga no cu. Eu não gostava daquilo, não gostava de ver aquela verruga na borda do cu de Sandra. Era um cu feio e com a verruga colada ali, grande e frisada, a coisa se tornava realmente nauseante. Era uma merda. Mas o principal motivo que me levava a dormir com Sandra, a lambê-la, chupá-la, e a agüentar a tal verruga e o seu cu feio era o fato de Sandra ser uma beleza. Um verdadeiro schow para os punheteiros, tarados, ou qualquer apreciador de um belo corpo voluptuoso e lascivo.
Sandra estava sempre usando umas calças de cotón coladas ao corpo e uma calcinha que se perdia entre sua bunda perfeita. E Sandra tinha uma senhora bunda, carnuda, grande e arrebitada. Antes de ficarmos juntos, para mim Sandra não passava de uma vaca brejeira dona de um rabo maravilhoso que ela permitia dar para alguns imbecis sortudos. E claro, nunca para mim.
Enquanto eu via Sandra se divertir permitindo que imbecis e boçais fodessem o seu maravilhoso e suculento rabo, eu fantasiava fodas homéricas e desperdiçava litros de porra em jorros que se perdiam em pedaços de papéis higiênicos e retalhos de panos.
Sandra recendia a sexo, e mesmo se fosse uma freira trancafiada em um mosteiro não conseguiria se livrar disso. Sandra havia nascido para trepar, para dar a buceta, para dar o cu, para o gozo. Sandra tinha um corpo, e só. Apenas isso. Era alegre, feliz e burra. Tinha um corpo maravilhoso e não estava nem aí com esse papo de mulher objeto. Objeto eram os homens. E ela fazia com eles o que bem queria. Metida num shortezinho deixava todos os homens com o pau duro e assim fazia deles marionetes. Sandra tinha as polpinhas da bunda mais saborosa do mundo. Ela morava numa casinha apertada com um quarto que não tinha forro. Isso descobri depois, quando deitei na sua cama de ferro que rangia quando eu a fodia.
Foi na primeira noite que fiquei com ela que descobri a verruga horrível que Sandra tinha no cu. Quem diria, aquela morena linda com uma grande e linda bunda feita para deixar os homens loucos tinha uma gigantesca e feia verruga no cu.
Depois do primeiro beijo onde enfiei minha língua na boca de Sandra, fique de pau duro e logo resolvi matar a cerveja e arrastar Sandra para casa. Conferi os 30 reais que tinha na carteira e paguei a conta. Sandra levantou a bunda da cadeira de ferro amarela empinando-a como se oferecesse para uma boa lambida e saiu de mão dada comigo. Os caras, claro, saltaram os olhos para Sandra. Ela notou e caprichou no rebolado. A cadela gostava mesmo de provocar.
- Vamos pra minha casa - eu disse.
- Não, vamos pra minha - respondeu ela.
Pegamos um ônibus e fomos para casa de Sandra, próximo à sua casa Sandra pediu para que eu comprasse umas cervejas.
- Ah, tem um bar ali que fica aberto até tarde. Vamos lá comprar cerveja.
Entramos no bar e todos desviaram a atenção para nós. Sandra entrou toda dona de si, me arrastando pela mão. Fui atrás e chegando no balcão pedi as cervejas.
- Tá vendo aquele velho ali?
- Que quê tem?
- É louco por mim. Quer porque quer me levar pra cama. Um velho nojento daqueles, se ainda fosse um corroa bonito. Vive me dando presentes, dinheiro... Um dia deixei ele ver minha calcinha por cinqüenta reais. Coitado... Nunca vou deixar ele me comer. Vai morrer na punheta.
O dono do bar trouxe as cervejas numa sacola plástica.
- Ah, compra um picolé pra mim - pediu Sandra.
- Pega um.
Sandra abriu a tampa do feezer e debruçou-se para dentro para escolher o sabor. Observei sua bunda carnuda, a calcinha atolada no rabo. "Logo, logo vou foder esse rabo", pensei.
- Quero esse! - disse Sandra mostrando um picolé de chocolate. Ah, compra cigarro também - pediu ela.
Comprei. Sorte eu estar com algum dinheiro. Valia a pena.
Depois de bebermos a primeira garrafa começamos com a brincadeira. Botei o peitinho de Sandra para fora e chupei. Sandra logo ficou tesuda, a putinha.
- Deixa eu ver tua bunda - pedi enquanto segurava o copo de cerveja.
- Tarado!
Virei Sandra de costas e rocei o pau na sua bunda carnuda e firme. Bebi um gole e atolei a mão.
- Deixa eu ver - insisti baixando sua calça. Puxei sua calcinha para cima, enterrando-a toda entre os dois montes de carne.
- Aaaiiii!!! Tá louco. Assim você me machuca! - gritou Sandra pegando minha mão. - Vamos pro quarto, pega a cerveja.
Peguei a garrafa e fomos pro quarto. Sandra tirou a calça. Putinha gostosa. Depois virou-se para mim e empinou a bunda. Um sonho. Quase gozei só de olhar para seu rabo. Sandra mostrava suas armas devastadoras. Olhou-me e sorriu e pôs-se de quarto. Arreganhou bem as pernas, apenas um fio da calcinha ficou à mostra, o resto atolado entre aquelas carnes. Cheguei mais perto com uma tremenda ereção. Tive que me controlar, o pau quase explodindo. Puxei a calcinha para o lado e lá estava ela, uma gigantesca e feia verruga grudada no seu cu. Sandra, Sandrinha, a mulher mais gostosa do mundo tinha uma verruga horrível no