Marcinha
Há. Marcinha acordou toda fresca. Como sempre. Como todas as sete noite seguidas que dormimos juntos. Fodemos. Marcinha acordou e esfregou os olhos. Um e depois o outro. Espiei seu peitinho branco de auréola rosa e belisquei levemente o biquinho, ela me olhou e sorriu. Marcinha trabalhava como garçonete num bar chinelo perto da rodoviária de Porto Alegre. Servia como isca para o macharedo que bebiam lá enquanto sonhavam com sua bunda. Ela atendia sorridente, cantarolando músicas sertanejas e hits dançantes. Os peitos pareciam estarem sempre tesos, a bunda firme se delineava numa calça de cotón justa ao corpo. Ao vê-la tive vontade de comê-la. Claro, não disse isso para ela. A vagabundagem em volta acumulava convites, cantadas e olhares esfomeados. Todos desejava fodê-la. Marcinha é um sonho. Rosto lindo, olhos azuis e cabelos loiros encaracolados. Cheio de cachos. Moradora de uma vila de Porto Alegre, sabe que é a estrela do bar. Insinua-se, desfila, sorri e sempre diz quem sabe... Os olhos inspiram sonhos, azuis muito claros, molhados, úmidos. A boca rosada e doce, macia. Mas tem uma cabecinha de merda. Não sabe de nada.
Levantei e fui à geladeira, enchi um copo com água gelada e lavei a garganta ressecada. Marcinha berrou lá do quarto:
- TRÁS UM COPO D’ÁGUA PRA MIM!
Enchi novamente o copo e levei para ela.
- Ah, como você tem um pau bonito, Emerson... - disse ela ao me ver nu voltando ao quarto. Alcancei o copo d’água para ela e continuei por ali, me exibindo. Acendi um cigarro e traguei. Marcinha bebeu um grande gole d’água. Estava com sede. Marcinha largou o copo e continuou me observando. Os olhos famintos, me olhava com encanto. Eu com o pau lá, pendurado entre as pernas, um bom talo fodedor com uma coroa de pentelhos pretos, negros. Um pau majestoso. Pena não poder desfilá-lo por aí. - Teu pau é perfeito! - continuou ela toda lânguida.
Marcinha, descobri no segundo encontro, tinha dezessete aninhos. Pensei que tivesse dezoito. A bunda é uma beleza, desenhada e suculenta, firme. As tetas grandes, macias. Ela me levava ao desespero, muito próximo ao abismo. Namorou um batedor de carteiras que rondava o centro da cidade. Ela, batalhadora e forte, alegre e macia, com o frescor das ninfas, das virgens, trabalhava no bar das cinco da tarde até as quatro, cinco da madrugada. Conhecia o movimento ácido da noite suburbana e bruta da cidade. Tinha a desenvoltura dos felinos. Na primeira vez que a vi pensei: quero casar! Agora, hoje, nesse segundo, ainda afirmo com a mesma coragem dos navegantes portugueses que cruzavam oceanos enigmáticos e perigosos em busca de terras incertas. Quero casar com ela.
Marcinha largou o copo d’água e rolou sobre a cama, abriu as pernas, ficando de bruços e olhando-me sobre o ombro lançou esta:
- Sabia que uma vez vi meu primo comer uma cabrita.
- Sério? - perguntei sem deixar de observar o volume perfeito de sua buceta enchendo a calcinha preta.
- Sério. Eu tinha doze anos quando peguei meu primo comendo a cabrita que minha tia criava. Marcinha abriu ainda mais as pernas. Comecei a ter uma boa ereção.
- Ah... Vem e mete aqui! - pediu Marcinha alisando a bunda enquanto curvava o corpo.
Marcinha, Marcinha... Dezessete anos e se oferecendo assim. Afastou a calcinha para o lado e tornou a pedir sussurrando.
- Mete aqui, aqui ó! - disse ela enfiando um dedo na buceta. Montei sobre ela e penetrei.
Soc, soc, soc, soc!!! Arf, arf, arf,
- Isto, mete, mete!!! Aahhhh... Fode, fode minha buceta!!!
Soc, soc, soc!!!
- Não goza, não goza!!!
- Putinha!! Putinha!
Plaft, plaft!
Fodi Marcinha. Tudo escureceu e estremeceu. Logo após levantei e bebi um gole d’água, acendi um cigarro. Meu pau continuou ereto. Fiquei ali, fumando, me exibindo, deixando Marcinha observar meu pau que continuava tendo uma ereção.
Escrito por Emerson Wiskow às 18h01
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