Ovos de Touro

20/11/2004

Noites insonsas


Escrito por Emerson Wiskow às 14h53
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15/11/2004

Uma agradável surpresa

Era uma merda só. Lá estava eu, triste, solitário e nostálgico. O mesmo merda de sempre. O coração apertado, enchendo os pulmões de fumaça de cigarro, bebendo litros de café e esperando por alguém que não viria. Apenas fantasmas como companhia. Não sei se eram os mesmos de sempre. Os fantasmas. Havia esfriado um pouco. Um frio de primavera, numa noite de primavera, essas coisas todas. O tédio tomava conta de tudo, principalmente de mim. Pensei em me masturbar um pouco. Um punhetinha para relaxar e passar o tempo. Antes, acendi um cigarro e fui até a janela para espiar um pouco lá fora. Tinha uma bela e louca lua no céu. Estava grande, com aquela cara bolachuda, olhando aqui para baixo com o maior ar blasé. Nós encaramos por alguns segundos, mas tive a sensação de que ela estava me achando o maior idiota e então me recolhi para dentro como um caracol assustado.

Terminei de fumar o cigarro e fui bater a tal punheta. Sentei no sofá, baixei a calça e botei o pau para fora. Um belo pau. Sem dúvida era o pau mais bonito da cidade. O pau mais gostoso e bonito de Porto Alegre. Ganharia qualquer concurso de beleza. Poderia foder todas as mulheres do mundo. Pode crer. Elas ficariam loucas, melariam-se todas e ficariam tontas de tanto gozar. Bom, tirei o pau para fora e comecei a massageá-lo levemente, apertando-o bem. Depois aumentei a intensidade dos movimentos, passei para os movimentos frenéticos até que dei uma boa e gostosa gozada. Ttcchhááááááá.... Lancei porra a uns dois metros de altura. Foi um verdadeiro show. Depois peguei um papel higiênico e limpei aquela melança toda.

Servi uma xícara de café e acendi outro cigarro. Já estava me sentido um pouco melhor. Ora, um dia se ganha e uns duzentos se perdem. É só agüentar o tranco até chegar à vez da vitória.

Voltei a sentar no sofá para fumar e esperar que meu dia de vitória chegasse. Traguei o cigarro e lancei a fumaça para o ar. Ela subia serpenteando, abrindo-se e se espalhando. Uma verdadeira obra de arte. Foi quando alguém bateu na porta. Era Suzana, uma adorável e sacana vizinha que morava no fim da rua. Sempre passava desfilando com roupas justas, coladas, mostrando todas as curvas do seu corpo. Estava louca, no cio. Não vivia sem trepar, acho que tinha fogo na buceta e quando a vontade batia não havia cristo que a segurasse. Foi logo pedindo uma bebida. Vestia uma calça de cóton azul que deixava sua buceta saliente, muito grande, mostrando que era carnuda e saborosa.

Os peitos eram grandes e meio flácidos. Tinha bicos enormes, apontando, prontos. Começamos a beber. Suzana sorria lasciva com seu velho ar vulgar. Lembrava uma puta velha. Estava louca e tesuda, emborcou um bom gole e pediu um cigarro. Secamos a primeira garrafa e fomos para a segunda. Eu já estava ficando louco, era como um velho lobo observando uma tenra ovelhinha. Só que Suzana não era uma ovelhinha. Talvez eu fosse. Era difícil saber o que ou quem era quem. Apenas fazíamos o jogo. Suzana soltou uma gargalhada e disse que iria dançar para mim. Fiquei bebendo e observando. Suzana pôs-se em minha frente e começou a mover-se lentamente, sorrindo como uma serpente velha e maliciosa que sabia do seu poder. Eu era o passarinho indefeso que seria devorado. Ela inclinou a bunda para trás. Tive uma tremenda ereção e bebi um bom gole. Logo após ela suavemente baixou a calça e mostrou a calcinha que se perdia entre aqueles grandes e macios montes de carne. Fiquei cego ao ver o rabo de Suzana e saltei sobre ela. Suzana soltou um grito, eu rosnei como um cão e baixei-lhe a calcinha. Foda-se. Tirei o pau para fora, dei duas ou três lambidas no seu rabo, uma boa cuspida e então meti. Suzana que também não perdia tempo logo começou a gemer e urrar. Nos enrolamos e nos debatemos como se estivéssemos morrendo e então lancei uma boa golfada. Tudo estremeceu. Acho que o planeta inteiro. Senti a coisa explodir. Suzana suspirou profundamente e amoleceu o corpo como se fosse uma plasta sem vida.

Alguns segundos depois Suzana sentou-se no sofá. Abriu as pernas sem se importar em mostrar a buceta, bebeu mais um gole de cerveja e pediu um cigarro.


Escrito por Emerson Wiskow às 13h51
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