 |
 |
|
|
| 01/08/2004 |
Helena

Escrito por Emerson Wiskow às 16h55
[]
[envie esta mensagem]
|
|
Parte 1 Um olho para cada lado (Emerson Wiskow)
O fato dela ser estrábica não teve nenhuma importância para mim. Por quê teria? A coisa só era meio estranha quando eu a olhava nos olhos e tinha a sensação de que um dos seus olhos fitava um outro ponto. Eu ficava constrangido com aquela situação, mas sempre que conversávamos meus olhos acabavam colidindo com os de Débora, e eu logo tratava de desviar o meu olhar. Era inevitável. Sabe, acho que eu me constrangia por ela. Aquele rosto de menina fitando-me, com um lindo sorriso malicioso, mas sempre tinha aquele olho apontando para outro lado.
Débora era uma mulatinha que possuía o corpo mais perfeito que eu já vira e tocara. Realmente uma perfeição, macia, firme e cheia de curvas. Uma bunda perfeita, como se tivesse sido desenhada por um mestre renascentista. Tinha também uns peitinhos firmes com os biquinhos pontiagudos, uma delícia para apertar e chupar. Eu enfiava tudo na boca, quase os engolia, aqueles peitinhos deliciosos cor de chocolate.
A primeira vez que fiquei com a mulatinha de cabelos cortados um pouco abaixo dos ombros, enroladinhos como pequenos caracóis negros, foi no apartamento de um amigo. Eu estava bêbado e meio louco, ela sentou no meu colo enquanto todos na mesa conversavam e riam. Era um daqueles encontros de amigos, bebíamos e conversávamos alegremente enquanto ouvíamos música.
- Aqui todos nós somos artistas! - disse Rubens num tom satírico e com um leve sorriso enquanto segurava o copo de cerveja. Eu me contive e limitei-me a dar-lhe uma rápida olhada.
Débora rebolou sobre o meu colo, vestia uma curtíssima saia e uma pequena calcinha vermelha.
- Aqui todos acham que são artistas! - disse Marçal - Todos acham que são artistas e por isso não querem trabalhar - completou Marçal e depois bebeu um longo gole.
- Claro que não! É injusto um homem ser explorado. Eu nunca mais vou trabalhar na minha vida. Foda-se o esquemão! - esbravejou Rubens. Limitei-me a sorrir enquanto acariciava a bunda da mulatinha.
- É... E vai tirar dinheiro do rabo! - retrucou Marçal.
- Não! Você vai me sustentar. Eu sou artista - disse Rubens.
O fato é que eu não estava nem aí para as discussões dos dois, apenas tratava de me divertir um pouco com a mulatinha. Artista ou não, pouco me importava, a situação estava cada vez pior. O único entre nós que estava trabalhando firme era Marçal, enquanto eu e Rubens pipocávamos como piolhos com pequenos trabalhos que apareciam. Quando conseguíamos algum trabalho, pegávamos o dinheiro e tratávamos de aproveitá-lo da melhor maneira possível. E a melhor maneira era com mulheres, livros, bebidas e cigarros. Não era nada promissor o nosso futuro agindo de tal maneira. Não possuíamos nada de valor material e éramos tidos como simples vagabundos enquanto nos comparavam com outros que já haviam formado família, adquirido alguns bens ou levavam a vida de maneira mais aceita. Enquanto isso esperávamos a sorte virar e que num lance qualquer déssemos um grande salto. A sensação (e o mais provável) era que isso jamais aconteceria e que nossa situação se arrastaria desta forma até a nossa velhice. Os anos passavam, estávamos na casa dos 30 e pouca coisa de substancial mudara desde os primeiros anos em que nos conhecemos. Nos enterrávamos em leituras e assim a literatura acabou tornando-se em algo inseparável para nós. Nossa vida resumia-se em correr atrás de livros e mulheres, ao mesmo tempo que o dinheiro parecia fugir de nós.
Primeiro enfiei um dedo no cu dela, depois no outro buraco, senti a coisa molhada e latejante, aquela coisa maravilhosa que é uma buceta quentinha. Débora pediu sussurrando no meu ouvido que eu enfiasse dois dedos, bem fundo. Apertei-a ainda mais e enfiei. "AAhhh, que coisa gostosa, maravilhosa! Que negrinha boa!", pensei enquanto cutucava os dedos dentro dela. Débora rebolava lentamente, apertava-me a coxa, gemia baixinho no meu ouvido e agarrava o meu pau que com todo aquele arreto já estava melecado.
- Está passando bem? - perguntou Cilene num tom malicioso. Cilene era amiga de Débora, também era a primeira vez que eu a via. Tinham ido as duas fazer uma visita para meus amigos. Baixa, loira e meio gorda, Cilene vestia uma saia mais comprida, que ia uma pouco abaixo dos seus joelhos. Tinha uns peitos grandes, fartos e uma boa bunda, larga e com muita carne. Pequenas pernas grossas, enfim, não era de se jogar fora. Limitei-me apenas em dar umas rápidas olhadelas para Cilene. Sempre imaginando que também seria muito bom fodê-la. Meus dedos estavam molhados com os fluídos da mulatinha, eu sentia-os viscosos e tratava de girá-los roçando as paredes internas de sua bucetinha.
- Tá bom aí, Débora? Onde estão os dedos do Emerson? - perguntou Cilene segurando o cigarro entre os dedos.
- Você não imagina como está bom! - disse Débora com uma expressão tesuda no rosto.
- O quêê!! - Também quero! - salientou-se Rubens. Apenas sorri e bebi um gole de cerveja, sempre com os dedos dentro da mulatinha. Deixei eles de lado e voltei a dar atenção apenas à Débora. À Débora e seu maravilhoso corpo moreno, a sua doce e gostosa xotinha. "Ahh... não aguento mais... quero foder tua buceta", sussurei no ouvido dela. "Nããooo... hoje você vai me fazer gozar apenas com os teus dedos" "Vai ficar só na vontade", disse Débora baixinho enquanto continuávamos nos arretando.
- Desgraçada!
- Enfia vai... enfia bem fundo na minha bucetinha - Ahh... isso, eu vou gozar, eu vou gozar, não pára! - gemia ela retorcendo-se no meu colo, eu enfiava ainda mais fundo enquanto Débora gemia, retorcia-se e agarrava meu pau como uma louca. Porra! Merda! Vaquinha! Acabei gozando. Ela acabou gozando. Os dois juntos. Gozamos enquanto os outros na mesa conversavam e espichavam os olhos para nós dois.
Escrito por Emerson Wiskow às 16h47
[]
[envie esta mensagem]
|
|
Parte 2 - Um olhos para cada lado (Emerson Wiskow)
- Desgraçada - sussurei no ouvido dela. Débora largou o corpo sobre mim, mole, leve como um balão cheio que se esvazia e deixa sair toda a pressão e então cai morto. Retirei os dedos lentamente de dentro de sua buceta, ainda úmidos e viscosos, limpei-os nas calças, depois bebi um bom gole de cerveja e acendi um cigarro. Débora olhou-me com aqueles olhos, um apontando para mim e outro para o lado, o rosto corado e feliz.
- Me dá um cigarro - pediu ela mornamente. Dei-lhe o cigarro e o fogo. Débora tragou e olhou-me marotamente. Era sem vergolha, desgraçada, sexual. Sabia do seu poder, tinha consciência do seu corpo torneado, firme e rígido.
- Vou ao banheiro - disse ela. Então levantou-se. Os caras, meus amigos, olharam para seu corpo, sua bundinha empinada e firme, as pernas fortes de uma africana musculosa. Certinha a mulatinha. Certamente foi ao banheiro limpar a xota. Não perdi tempo e também fui ao banheiro, o pau todo melecado de porra. Os três me olharam quando levantei.
Bati na porta e ouvi sua voz perguntando: Quem é?
- Sou eu. A porta abriu-se como mágica. Abrá-te, Sésamo! Débora sorriu, a calcinha vermelha abaixada até os joelhos. Sua buceta saltou-me aos olhos como um tesouro descoberto. Tinha uma buceta grande, pentelhuda, expressos pentelhos negros como se fosse um bicho grudado entre suas pernas.
- Hhuummm... Posso entrar?
- Pode.
Entrei.
Fechei a porta.
- Ahh... negrinha gostosa. Aproximei-me lentamente, passando a mão em sua cintura fina, a barriguinha reta como uma tábua, mas macia, suave, gostosa. Enfiei minha língua dentro da sua boca, ela sabia beijar, claro, era toda boa e sabia das coisas. Logo enrolou sua língua na minha, tudo molhado, com saliva, baba, gostoso.
- Quero chupar sua buceta.
- Chupa que está limpinha, acabei de lavá-la. Tá bem limpinha - sussurou ela. Olhei para seu rosto, de passagem, a mesma história, a carinha de menina safada, com aqueles olhos negros e grandes, sempre apontando um para o lado, o outro para mim. Foda-se. Abaixei-me em sua frente, afastei-lhe as pernas e enfiei a cara naquela buceta peluda, passei o rosto em seus pentelhos, senti eles roçarem em mim. Maravilhoso. Não agüentei mais e abocanhei seu bucetão. Passava a boca, lambia, enfiava a língua entre seus lábios vaginais, puxava-os com os dentes. Débora retorcia-se lentamente, passava as mão nos meus cabelos e apertava-me junto à sua buceta. Virei-a e abri sua bundinha pequena, perfeita e firme. Olhei para seu cuzinho, lindo, perfeito, com um furinho gostoso que parecia piscar. O cu mais lindo do mundo. Enfiei a língua, cuspi dentro, lambuzei-o todo e fiquei sentindo o sabor daquele cuzinho maravilho.
- Ahh... não agüento mais!!! Me come! Me come!! - pediu Débora com a voz trêmula. Peguei-a por trás e meti. Senti o cabeção entrar, deslizar entre os lábios de sua buceta. A entrada no paraíso. Lindo. Meti devagar, depois a fodi com força.
- Ahhh... que pau gostoso! Você sabe deixar uma mulher louca!
A coisa foi. Saí do corpo e estourei dentro dela. Estremeci apertando-lhe a cintura e os peitinhos.
- Ahh! Você é bom! Muito bom - disse ela sorrindo com o rosto mole. Voltamos com as caras mais deslavadas do mundo, felizes e satisfeitos.
- O quê vocês estavam fazendo? - perguntou Cilene.
- Nada - respondeu Débora com o rosto ruborizado e o mesmo sorriso malicioso.
Continuamos bebendo e conversando. Débora ao meu lado, pendurada em mim, feliz. Rubens iniciou uma conversa com Débora.
- Por quê você não olha nos olhos quando falam com você? - perguntou Rubens.
- Eu ólho. É que sou estrábica, tenho um olho para cada lado - respondeu Débora sorrindo. Olhei para Rubens e pensei: "Idiota!" "Idiota!"
Tivemos outras noites, e mais outras, eu e Débora. Ela sempre com aquele olho apontando para outro lado. Eu não me importava. Por quê me importaria?
Escrito por Emerson Wiskow às 16h45
[]
[envie esta mensagem]
|
|
Parte 1 Substituindo Coisas (Emerson Wiskow)
As noites andavam lentas e cheias de tédio. Faziam umas noites bonitas e quentes em Porto Alegre, daquelas que deixam você eriçado. Eriçado e desejando uma boa mulher ao seu lado. Um pouco louco também. Eu não tinha uma mulher e as coisas não estavam andando bem. Nada de trágico ou desesperador, de certo modo, claro. O negócio é que você aprende a viver privado de certas coisas, tenta esquecê-las ou não pensar muito nelas. Um pouco de filosofia zen, talvez. É ver uma garota e não ter grana para pagar-lhe uma bebida ou um vestido novo; é querer uma boa bebida e não ter dinheiro para comprá-la; é desejar um livro e não poder adquiri-lo. É, sobretudo, aprender a viver e contentar-se com pouco enquanto o tempo passa. Isso, às vezes, pode deixá-lo meio louco, principalmente quando se está sozinho à noite e desejando um pouco de ação. Você pensa naquelazinha e deseja que ela estivesse soprando em seu pescoço como uma brisa fresca, mas tudo que consegue ou possui como companhia é alguns cigarros e café. Talvez uma garrafa de vinho, o que acaba deixando você mais louco e desejando não só aquelazinha, mas qualquer outra que acabe caindo em seus braços. Resumindo, você não dispensa nenhuma mulher que por um golpe de sorte, acabe concordando que você lhe chupe os peitos e a leve para dar uma boa trepada. É assim, você aprende a substituir. Não só a pele lisa e perfumada, não só a buceta dos seus sonhos, não só o rosto e o corpo dos seus sonhos como a bebida sofisticada pela bebida mais ordinária. Não só um bom cigarro pelo pior tabaco. Você será um mestre quando depurar isto tudo. Sentir prazer e ainda rir enquanto o tempo feio não melhora.
Nessa época eu estava publicando alguns contos num site erótico chamado Cama redonda, e para começar tinha sinceras dúvidas se alguma pessoa lia o que eu escrevia. Me perguntava se um dia eu conseguiria realmente escrever. Tinha uma lista de autores que admirava e me via a milhões de anos-luz de distância deles. Nada mais frustrante. Talvez a melhor coisa a fazer fosse desistir de escrever, mas poucas vezes eu fazia a coisa certa e afinal havia o site onde finalmente eu conseguira publicar alguns contos. Era como entrar numa arena com um gigantesco e violento touro bufando na sua frente e decidir lutar contra ele, mesmo sabendo que você mal consegue segurar a espada. Me esquivava do jeito que podia, mas o touro levava uma grande vantagem e a cada estocada que eu tentava dar, ele simplesmente olhava-me dentro dos olhos e com um ar superior sorria certo de que eu não conseguiria vencê-lo.
Mas numa dessas noites eu estava em casa, sozinho e tentando não pensar em nada quando como num toque de mágica alguém bate à porta. Era véspera de Páscoa e pensei que dificilmente seria o coelhinho, no entanto resolvi abrir e lá estava ela. Não era necessariamente o coelhinho, nem uma coelhinha, mas sim uma inesperada mulher. Uma vizinha que morava numa casa em frente à minha e que me conhecia há mais ou menos oito anos. Tinha uns quarenta e quatro anos de idade e conservava um corpo belo e firme. Enormes peitos e umas pernas bonitas, longas e musculosas. O que tinha de ruim era o rosto. Conservara um belo corpo mas o rosto era de uma velha enrugada, olhinhos pequenos, lábios finos e usava dentadura. Quando abri a porta ela sorriu meio sem jeito e perguntou se eu estava sozinho. Em oito anos nunca tinha recebido uma visita dela e poucas vezes havíamos conversado. Era do tipo que desfilava com shortinhos mostrando as pernas, cobrindo apenas a bunda e vestindo sempre camisa justas que deixavam seus peitos querendo saltar para fora, arrebentar o tecido. Os bicos ficavam sempre salientes.
- Te acordei? - perguntou ela.
- Não, eu durmo tarde - respondi e a convidei para entrar. Ela entrou e eu fechei a porta.
- Não conseguia dormir e estava com um pouco de medo de ficar sozinha em casa. As crianças viajaram, então pensei em vir conversar um pouco contigo.
Escrito por Emerson Wiskow às 16h41
[]
[envie esta mensagem]
|
|
Parte 2 Substituindo Coisas
- Eu estava precisando mesmo de uma companhia - eu disse enquanto sentávamos no sofá.
- Parece que adivinhei o teu pensamento. A rua está tão silenciosa nessa noite, parece que está abandonada - disse ela sorrindo.
- É... parece que está tudo deserto. Tenho uma garrafa de vinho. Vamos beber um pouco. Peguei a garrafa de vinho na geladeira e a abri. Servi o vinho e bebemos o primeiro gole.
- Nos conhecemos há tanto tempo e nunca conversamos muito. Não acha estranho? - perguntou ela depois do segundo gole.
- Acontece...
- E você fica assim... sozinho?
- Não é sempre que se consegue companhia.
Logo secamos o primeiro copo, depois o segundo. Reabasteci nossos copos novamente. A mulher moveu o corpo e dobrou a perna sobre o sofá. Vestia apenas um short curto e, como sempre, uma camisa colada ao corpo. Os peitos enormes pareciam sufocar ali dentro. Queriam sair, saltar para fora. Bebi um gole, ela fez o mesmo. Olhei para o volume entre suas pernas.
- Você tem um peitos enormes. Você deve deixar os homens loucos - eu disse olhando para eles, (os peitos, claro). Ela sorriu e bebeu um gole.
- Sempre achei você tão quieto - ela disse.
- E eu sempre tive vontade de tocar seus peitos - Aposto que são muito gostosos.
Ela agarrou um dos peitos, encheu a mão e balançou um pouco.
- Gosto deles - ela disse. Estiquei a mão e apertei aquele enorme peito como se fosse uma massa - deixa eu ver - pedi levantando-lhe a camiseta. Apareceram aqueles gigantescos montes, grandes auréolas rosadas com bicos pontudos. Puxei-lhe os bicos e logo me atirei a eles. Suguei-os com voracidade. Tirei seu short e uma pequena calcinha branca apareceu. Depois uma grande e peluda buceta carnuda. Claro, meti a cara ali. A mulher retorcia-se e gemia como uma porca, a cara feia tornara-se ainda pior. Vermelha e inchada como se fosse explodir. Tirei o pau para fora e meti. Enquanto eu a fodia sua cara ficava cada vez pior, deformada, mas o rabo era ótimo. Era a ruína e depravação em ação. Um pouco de desespero no meio da madrugada. Eu enfiava-lhe o dedo no cu enquanto metia em sua buceta encharcada. A mulher revirava os olhos e golpeava-me com a bunda. Foi assim por algum tempo. Meti-lhe na bunda. Suor, fluídos e um pouco de cheiro de merda. Depois caímos exaustos. Dois monstros saciados. Peguei um pedaço de pano e limpei o pau. Saí e fui ao banheiro. Restou o silêncio dentro da sala. Ao voltar do banheiro ela ainda estava lá. Atirada com as pernas abertas sobre o sofá, o rosto vermelho, com olheiras e a boca fina lançando um pouco de fumaça para o ar. Sentei e também acendi um cigarro. Dei um longo suspiro e esperei o tempo passar devagarinho, como uma lesma cançada e nojenta.
Escrito por Emerson Wiskow às 16h38
[]
[envie esta mensagem]
|
|
Parte 1 Repetições, repetições (Emerson Wiskow)
Tive mais alguns contos regeitados. Rotina. É como socar punheta. Você fica ali, acabando-se, apenas pensamentos e tesão. Mas, sem ela (mulher), sem uma boa e gostosa bunda, sem uma úmida e quente buceta. Você acaba pensando em desistir, mas quando se dá conta está novamente cheio de tesão, com o pau estourando, tão rijido como uma barra de aço e louco para foder uma buceta. Assim é com o ATO de escrever. Você tem tudo para desistir, até mesmo a falta de talento, a falta de editores querendo publicá-lo, a falta de leitores, mas não adianta de nada, a vontade sempre acaba retornando e você senta-se novamente em frente ao computador e escreve. Você fica louco, tenta esquecer mas o desejo está sempre lá, pulsando, latejando como uma boa buceta quente e molhada. E a única forma de matar essa necessidade de ESCREVER é escrevendo. A única forma de aplacar essa vontade de foder é FODENDO. FODENDO UMA BUCETA. Então você pensa que está salvo, tem a sensação de estar salvo, mas ainda não está. É apenas temporário, não dura muito até a coisa recomeçar novamente.
Quando eu disse que talvez escreveria sobre ela, ELA disse-me que me processaria. Se eu escrevesse usando seu nome, ELA me processaria, se eu escrevesse sobre nós, ELA me processaria. Mas como tenho a quase total certeza que ELA nunca irá ler isso, resolvi escrever. Mesmo que ELA leia, resolvi escrever. Não importa.
A primeira vez que a vi, Gisele estava sentada numa simples cadeira de escritório enquanto editava uma entrevista num velho rádio gravador. Era um escritório onde funcionava a sede de um programa de notícias de uma pequena rádio local. Então eu entrei lá com o editor do programa e ela estava de costas para mim, sentada em sua simples cadeira enquanto trabalhava. Olhou-me com seus lindos olhos azuis que lembravam o mar e mostravam algum desejo disfarçado ao me ver. Gisele vestia uma calça jeans e naquela posição displicente em que estava sentada, com as pernas entreabertas deixava à mostra a parte superior de sua calcinha.
- Oi - disse Gisele com a voz abafada.
- Oi - respondi enquanto entrava na sala.
Algum tempo depois o cara que estava me acompanhando saiu e nos deixou sozinhos. Eu estava fazendo um trabalho como free-lance, design gráfico, editoração eletrônica. Essas coisas todas para um jornal de uma escola, e o cara havia me emprestado o seu computador para trabalhar. Como eu disse o cara saiu e nos deixou sozinhos naquela sala, numa tarde de certo modo agradável que uma turma de negros cantava uma bela canção gospel no rádio. Sentei e liguei o computador, examinei o material daquele pequeno jornal-revista que eu deveria fazer e que me daria alguns trocados para aliviar um pouco a minha situação. O dinheiro era uma miséria mas de certo modo daria para pagar uma bebida para a garota que eu acabara de conhecer. Então ficamos os dois ali, ela editando aquele material, uma entrevista para o programa de rádio e eu pensando em como ela era realmente uma bela e gostosa jovem garota com seus poucos vinte aninhos de vida. Havia alguma coisa no ar nos envolvendo enquanto estávamos os dois juntos naquela sala, sem nos conhecer. Um homem e uma mulher com seus sexos, seus hormônios e desejos escondidos.
Por fim depois de uma ou duas horas com todos aqueles pensamentos pairando pelo ar como um abutre faminto e dissimulado começamos trocar algumas palavras. Frases curtas que esperavam continuação por ambas as partes. Resolvi convidá-la para beber uma cerveja num dia desses e ela num sorriso iluminador disse que sim, que iria beber uma cerveja comigo. Ainda enquanto conversávamos reparei nos seus grandes e firmes peitos maravilhosos que preenchiam sua blusa fazendo uma silhueta perfeita, como se fosse um desses desenhos animados com mulheres com peitos tentadoramente perfeitos. Seus peitos pareciam desafiar as leis da gravidade e mantinha-se firmes e empinados como uma lança apontada desafiadoramente um oponente encurralado e sem poder de reação. A única reação que eu imaginava era a de grudar-me naqueles peitos e enfia-los na boca e chupá-los e sugá-los ao ponto me sufocar com eles.
No dia do encontro apareci no escritório para pegá-la no final do expediente e a encontrei com os olhos vermelhos e com o rosto meio amassado por causa do cochilo que resolvera tirar enquanto me esperava. Gisele abriu a porta com aqueles lindos olhos azuis que me lembravam o mar e com seus peitos eram os peitos mais maravilhosos que uma mulher poderia ter.
As ruas estava molhadas e fazia uma noite levemente fria, levei-a para um pequeno bar discreto que estava praticamente vazio, apenas um casal bebia em uma mesa e logo que chegamos eles saíram. Sentamos e o cara de trás do balcão veio nos atender. O bar era iluminado por uma luz morta, fraca, cheio de sombras. O cara do balcão trouxe a cerveja e voltou para trás do balcão e continuou conversando com o homem que bebia no balcão.
- Deserto esse lugar. Parecemos dois amantes que se encontram escondido - ela disse depois de beber um gole. Acendi um cigarro e bebi um gole.
- Éé...
Continuamos conversando e trocando informações um sobre o outro, eu imaginando o formato das auréolas do seus peitos e de como seria bom chupá-los. Gisele acendeu um cigarro enquanto eu visualizava mentalmente ela de quatro, com as pernas abertas e eu lá atrás, metendo e sentindo o meu pau deslizando para dentro de sua bucetinha molhada.
- Então você escreve! - ela disse ao lançar a fumaça para o lado.
- Escrevo.
- O que?
- Contos.
- Sobre o que você escreve?
- Loucura, sexo, homens, mulheres e seres imaginários em situações imaginárias - respondi sem dar importância e então bebi um bom gole de cerveja.
- Que legal, deve ser interessante. Já publicou algum livro?
Escrito por Emerson Wiskow às 16h26
[]
[envie esta mensagem]
|
|
Parte 2 - Repetições, repetições (Emerson Wiskow)
- Não, apenas uns poucos contos em pequenos jornais.
- Ah, mas vai publicar um livro, tenho certeza disso - afirmou Gisele com convicção, olhando-me com os olhos brilhantes e azuis. Gisele cursava faculdade de jornalismo, tinha o corpo esguio e uma bunda pequena e arrebitada, usava uma tatuagem no omoplata esquerdo, coisa que descobri depois, assim como a descoberta de que ela tinha a buceta totalmente depilada, lizinha. Continuamos bebendo e conversando até o momento que ela disse que teria que ir embora. Nos beijamos por alguns tempo e depois nos despedimos.
Foi no segundo dia que a coisa aconteceu de verdade. Foi só ficarmos novamente sozinhos enquanto eu trabalhava em frente ao computador e pensava em como seria bom come-la que ouvi uma voz macia me chamando. Uma daqueles chamadas que nunca resistimos, como se fosse um chamado dos deuses vindo do céu.
- Emersinho... não quer vir aqui e me dar um beijo - disse Gisele do outro canto da sala. Levantei e fui em direção a ela, cheguei por trás e debrucei meu corpo sobre Gisele e então enfiamos nossas línguas um na boca do outro. Levei a mão em direção ao seu seio e o senti firme entre minha mão enquanto apalpava-os como se fosse uma massa. Logo estávamos os dois caídos no chão. Eu o fodido-sem-grana-pretenso-futuro-escritor-sem-talento e aquela jovem-estudante-de-jornalismo-de-olhos-lindos-e-azuis-com-seios grandes-e-firmes apertando-se no chão e bufando como dois animais no chão do escritório ao lado da cadeira, quase enfiados embaixo da mesa com o rádio gravador rodando. Finalmente a grande revelação, levantei-lhe a blusa e meus olhos saltaram quando coloquei suas lindas e maravilhosas tetas para fora de seu sutiã. Aparecerem seus dois montes suspensos no ar, com suas auréolas rosa e seus bicos pontiagudos e suculentos. Enfiei-os na boca e comecei a sugá-los como um louco faminto. Nos levantamos e então encostei-a na parede de costas para mim, baixei-lhe sua calça jeans e uma linda calcinha pequena e azul revelou-se enfiada entre sua perfeita bundinha arrebitada. Comecei a passar a língua sobre sua calcinha, a beijá-la e depois deslizei-a para baixo, observando sua calcinha escorrer lentamente entre sua bunda até deixá-la descansar no meio de suas coxas. Gisele empinou a bunda para trás oferecendo-me e então tratei de abri-la com as mãos, separando aqueles dois montes de carne Macia e suave, passei a língua em seu rego, senti o sabor do seu cuzinho enquanto enfiava os dedos em sua xotinha e lambia o seu cu. Chupei-lhe sua bucetinha e logo após meti. Apertando-a junto a parede metia em sua bucetinha e apertava-lhe seus maravilhosos peitos. Metia e metia enquanto Gisele se retorcia até o momento que não aguentei mais e deixei explodir o meu pau dentro dela, senti a coisa escorrer e fiquei ali colado a ela sentido seu corpo amolecer lentamente.
A coisa repetiu-se algumas vezes nos dias que se seguiram-se até o momento que ela voltou para o seu namorado estudante de direito, dizendo-me que eu deveria parar de escrever e tentar qualquer outra coisa que possibilita-se um futuro promissor. Naquele dia voltei para casa, fracassado, um pouco mais vazio, mais derrotado e sabendo que ainda não pararia de escrever.
Escrito por Emerson Wiskow às 16h22
[]
[envie esta mensagem]
|
[ ver mensagens anteriores ]
|
|
|
|
|
|
|
|

|